Nesse 8 de março , Dia Internacional da Mulher, reafirmamos o papel das mulheres na linha de frente das lutas sociais, políticas e sindicais no Brasil. Mulheres que enfrentam diariamente a violência, defendem o direito à vida, lutam por democracia, por mais representação política e por condições dignas de trabalho.
A realidade ainda é dura. O Brasil fechou 2025 com cerca de 1.470 feminicídios, uma média de quatro mulheres assassinadas por dia. A escalada dessa violência interrompe vidas e deixa famílias devastadas, uma violência que não pode ser naturalizada. Combater essa realidade exige ação do Estado e também compromisso de toda a sociedade.
As mulheres também estão na linha de frente da defesa da democracia, dos direitos sociais e do serviço público, pilares fundamentais para a garantia de políticas públicas que protegem a vida e reduzem desigualdades.
Neste Mês Internacional da Mulher, reforçamos bandeiras que fazem parte dessa luta coletiva:
- Pelo direito à vida e pelo fim do feminicídio
- Por mais mulheres nos espaços de poder e decisão
- Pela dignidade e igualdade no mundo do trabalho
- Pelo fim da escala 6×1, que aprofunda a sobrecarga enfrentada por milhões de trabalhadoras
- Pela defesa da democracia e da soberania dos povos
- Pela ratificação da Convenção 190 da OIT (Eliminação da violência e do assédio no mundo do trabalho)
- Contra a Reforma Administrativa e em defesa do Serviço Público
Neste 8 de Março, reafirmamos: as mulheres seguem na linha de frente da luta por direitos, justiça social e democracia. E essa luta é de toda a sociedade.
Fonte: Condsef/Fenadsef
Foto: Reprodução